HISTORIAS

HISTORIAS

Briga com o saci


 Era uma vez, Bernardo chegou cedo ao trabalho, como fazia sempre mal o galo cantava e o primeiro clarão de luz surgia no céu, lá ia ele com sua foice e enxada para a lida do dia a dia. Lá chegando encontrou os colegas em polvorosa e no meio, um deles contava com os olhos arregalados a triste noite que passara sem poder dormir.

Bernardo com seu jeito moleque se aproximou para ouvir a conversa. 
O colega assustado contava: 
totalgifs.com saci-perere gif gif 03.gif
saci-perere - www.totalgifs.com
── Esta noite eu não pude dormir, quando ia cochilando ouvia um tremendo assovio que cortava à noite e pedras caiam em cima da casa; levantava ia ver e lá não tinha nada, mas  ouvia uma gargalhada que sumia na noite.
         Bernardo escutou por alguns momentos aquela história e interrompe o colega dizendo: 
─ manda isto ir lá em casa esta noite e vou mostrar pra ele como se deixa um trabalhador sem dormir, dou-lhe um tiro de espingarda no rabo que ele nunca mais vai perturbar ninguém.
         O dia passou com a rotina de sempre até chegar a hora de voltar para casa, o colega de Bernardo dá-lhe um aviso:


 ─ cuidado você zombou de algo sobrenatural e a noite está chegando e ele vai querer acertar as contas com você.
         Bernardo deu de ombros e voltou para casa, para seu descanso merecido depois de um dia de labuta. Lavou os pés e as mãos, pois não tinha o hábito de tomar banho todo o dia, acendeu um cigarro e ficou esperando a hora do jantar. Tudo transcorria sem nenhuma anormalidade. Logo após o jantar foi para o quarto com sua sensível e meiga esposa. Ela sempre rezava seu terço antes de dormir, após suas orações apagou o lampião e uma escuridão total invadiu o quarto. Parecia que a boca negra da noite os engoliu naquele momento e um frio de arrepiar a fez puxar os cobertores e cobrir o marido que cansado já pegara no sono. Logo ela também viera a adormecer.
Bernardo, porém logo acorda com um barulho vindo da porta. Levantou a cabeça e incrédulo viu entrar em seu quarto um moleque negro, de olhos que lampejavam na escuridão do quarto indo parar ao lado de sua cama encarando-o com ar de provocação. Aquilo era demais; pensou Bernardo não bastara perturbar o sono de seu colega na noite anterior iria agora fazer graça com ele? Comigo não?  Bernardo tratou de dar um imenso soco na cara daquele moleque. 
        Quando suas mãos tocaram aquele ser, imediatamente ficaram dormentes, Bernardo viu duplicar o tamanho da cara do moleque que revidou o soco jogando-o de volta na cama. Foi uma tremenda luta, pois quanto mais Bernardo batia, mais a criatura crescia e batia de volta, ele já estava ficando sem respiração quando sua mulher acordou com o barulho, porém ela não via nada. Só Bernardo o via, mas a esposa viu seu marido ofegante e suado lutando com algo invisível que o jogava de volta toda vez que ele o socava. 
Ela pegou seu terço e começou suas orações, logo viu que seu marido estava mais calmo, pois a criatura estava indo embora; sua mulher só ouviu um assovio cortando à noite, lá longe na mata e um galo que nunca cantara, pois ainda era muito novo bateu as asas e cantou. 
Bernardo levantou-se esfregou as mãos e gritou: “fugiu é, e não voltes mais”.

         Assim terminou a briga dele com o saci. Acredite quem quiser e se for valente faça o desafio como ele fez...






Com mulher nem o diabo pode!




Bernado sempre dizia: com mulher nem o diabo pode.
E falando no bicho, no coisa ruim ou seja lá que nome o deem é que ele contava este causo. Dizia que era verdadeiro acontecido mesmo, lá pelas bandas do compadre Bastião.

"Uma vez havia um casal com muitos filhos. O marido tudo fazia para tratar de seus filhos da melhor forma possível, mas aquele ano tudo tava dando para trás, a roça não dera nada, pois antes da colheita veio a enchente e tudo levou. Os porcos e as galinhas ficaram doentes e morriam sem que se pudesse fazer nada. A situação estava desesperadora e foi aí que o sujo, o diabo resolveu enrolar o rabo e tentar puxar para ele aquele pobre e desesperado homem.
Apareceu numa noite escura e sem sequer uma estrela no céu, ao pobre homem que sem conseguir dormir resolvera sair e tomar um ar lá fora.  Foi educado, se apresentou bem arrumado e num cavalo que dava inveja a qualquer mortal. É lógico que se ele apresentasse de chifres e rabo, não ia convencer ninguém, por isso disfarçava bem seu cheiro de enxofre e sua aparência.
- Boa noite! disse o diabo.
O pobre homem estranhou ver aquele homem ali e tão tarde da noite.
- Boa noite! respondeu.
O diabo se apressando em puxar conversa disse:
-Estou aqui porque sei que está passando dificuldade e vim para te ajudar.Vou te fazer uma proposta muito simples:
- Farei com que suas necessidades sejam satisfeitas, não te faltará nada, nem para você e nem para sua família daqui por diante.
O pobre homem ouvia, sem entender como aquele homem que aparecera do nada, sabia tanta coisa de sua vida. E o homem continuou:
- Terás tudo e só vou te cobrar a dívida daqui a muitos anos, quando for a hora virei para acertarmos as contas.
O pobre e desesperado homem, viu ali a solução para seus problemas imediato e aceitou a ajuda .
Voltou para casa e logo adormeceu.
Na manhã seguinte quando levantou-se já tinha até esquecido o que acontecera à noite. Pensou que tudo não passou de um sonho, mas ao chegar na cozinha viu com espanto que sua mulher preparava uma deliciosa broa de milho verde. Quis saber onde ela conseguira o milho, já que a enchente tinha levado toda a plantação daquele ano. A mulher disse que acontecera um milagre, que a roça tinha arribado e os pés de milho e feijão tava uma lindeza só. No chiqueiro os porcos também estavam bem e as galinhas botaram até ovos naquela manhã.
O pobre homem lembrou-se de seu acordo com o misterioso viajante que passara ali naquela noite. Saiu pensativo e viu que tudo tinha mudado: as plantações, os porcos e galinhas estavam produzindo como nunca vira nada igual antes. Assim o tempo foi passando e ele prosperou muito, tudo dava certo,  e ele  nem precisava fazer grande esforço para isto.
Só que quanto mais o tempo passava, mais ele lembrava que aquele homem voltaria para cobrar a dívida. Foi pensando nisso que ele perdeu toda a alegria de viver, nada tinha importância em sua vida e nada o fazia feliz.
Sua mulher notou que o marido andava sempre triste perambulando de um lado para outro, algo ou alguém o perturbava  muito. Um dia chamou-o para uma conversa, queria saber de tudo. Ele então contou à mulher sobre aquele homem bem vestido e na proposta que lhe fizera.e que sabia que ele fora enganado pelo diabo, pois nada se recebe de graça e sem muito trabalho, ele viria a qualquer momento cobrar a dívida e o levaria com ele para as profundezas do inferno.
 A mulher pensou, pensou e num estalar de dedos disse:
- deixe comigo marido, ele não vai te levar a lugar algum você verá!
Quando chegou o dia da cobrança da dívida, a mulher mandou o marido se esconder e levar junto os seus filhos. Ficando só, ela tirou toda a roupa, soltou seu cabelos compridos e foi para à porta, abriu os braços segurando de um lado e outra da porta. Abaixou a cabeça e jogou toda sua cabeleira para frente tampando-lhe o rosto, encruzou as pernas e manteve-as esticadas. Ali ficou esperando o diabo vim cobrar a dívida de seu marido. Quando o diabo chegou e viu aquilo na porta ficou intrigado. Olhou, olhou e tentou desvendar que figura estranha era aquela. Primeiro com as mãos desenhou o comprimento da mulher, mas cadê a cabeça? Pensou ele:
- assim não dá! Levando as mãos de cima a baixo do corpo da mulher, fazendo um desenho. Olhou de novo e novamente desenhando com as mãos de um lado à outro dos braços da mulher, tornou a repetir:
- assim também não dá. Só aí foi que percebeu que tinha desenhado uma cruz e logo em um estouro desapareceu deixando para trás só o cheiro terrível de enxofre.
O pobre homem vendo que estava livre, trabalhou feliz da vida e prosperou cada vez mais e nunca mais passou falta de nada em sua vida."
E assim termina a história de hoje: com mulher nem o diabo pode!

Triste Sina: Morrer de um Pum de Burro!


Cada noite para Bernardo e suas crianças era uma viagem pelos mundos da imaginação. Estes mundos poderia ser de arrepiar os cabelos com histórias de assombração, de encantar com príncipes e princesas ou de fazer rir até doer a barriga como esta que hoje vou contar-lhes.


"Era uma vez, um rapaz que trabalhava como tropeiro. Passava o dia todo tocando os burros carregados de sacos de carvão, que ia do lugar onde era feito,  até o depósito que ficava no vilarejo. Saía com o dia ainda escuro e só voltava à noite. Sua cor era a cor preta do carvão que carregava em seu dia a dia. Os moradores dos arredores já conheciam o seu grito e o estalar de chicote quando algum burro da tropa empacava. 
- Eia, eia, eia! E  erguia e baixava o chicote no lombo do animal com seu estalar que fazia doer até os ouvidos de quem de longe ouvia. Assim a tropa carregada, subia e descia os morros gemendo com o peso dos sacos de carvão.
O tropeiro chegava ao depósito descarregava a tropa e recebia o dinheiro daquele dia de trabalho duro. Ao sair, só se via o brilho dos olhos e os seus dentes que relampeavam um sorriso e até mesmo uma gargalhada de vez em quando. Tirava os arreios dos burros e os levava para pastar à beira de um rio onde corria uma água fresquinha e límpida, aproveitando também para se banhar naquelas águas. Limpo voltava com aspecto de homem, pois antes mais parecia um ser de outro mundo coberto pelo pó do carvão. Ia para a vila tomar uns goles de boa cachaça e comer alguma coisa. Estava a essa hora faminto e cansado da viagem. Passara o dia todo por aquelas estradas de chão batido a tocar seus burros.
Uma manhã, quando fazia seu rotineiro trabalho, o tropeiro encontrou em seu caminho uma cigana, que pediu para ler sua mão. Ele hesitou, mas acabou aceitando e estendeu suas mãos pretas de carvão para aquela misteriosa mulher. Ela olhou e passando seus dedos por entre as linhas de suas mãos, como para tirar um pouco daquela fuligem de carvão e ver melhor seu destino disse:
- Não vejo coisa muito boa para seu futuro.
Ele puxando a mão como que, para espantar aquela previsão, com os olhos arregalados pergunta:
- O que vancê viu? 
Ela tranquilamente fala com a autoridade de quem nunca se engana:
-  Vós mecê vais morrer de um pum de um de seus burros.
O tropeiro deu à cigana o que ela tinha lhe pedido para ler suas mãos e saiu tocando sua tropa.
O sol já estava alto no céu e ele não conseguia tirar da cabeça o que a cigana lhe dissera.  Mas hora bolas! aquilo era um absurdo, ele pensava, no entanto, logo voltava a lembrar que passava os dias atrás daqueles burros ouvindo-os soltarem seus puns. Foi aí que uma ideia passou pela sua cabeça: vou colocar uma pedra na bunda dos burros que ficam para trás.Assim ele fez e certo de que tinha resolvido o problema, calmo e tranquilo ia atrás dos burros com seu chicote a estalar em seus lombos.
 Até que certo dia, quando ia subindo um morro, os burros gemiam de cansaço com aquela carga pesada e ainda mais, com a bunda tampada por uma pedra, foi aí que um dos burros não aquentando mais, soltou um tremendo "PUM" que saiu com tamanha pressão que a pedra saiu voando e foi acertar em cheio a cabeça do tropeiro que teve seu cranio faturado vindo a morrer em seguida.
Morrera pois, de um pum de um de seus burros."

"Nosso destino é traçado na forma em que lidamos com nossos problemas."




Bernardo e a dança do cateretê, relembrando com Liu e Léo e Zico e Zeca.


Naqueles tempos, os vizinhos não eram como os de agora, muito próximo uns dos outros. Tinha-se que caminhar uma longa distância, que separava uma casa da outra. Sempre por uma estrada de terra batida, rodeada de grandes árvores, pastagens para o gado e normalmente havia também um rio que corria sereno.
De vez em quando todos se reuniam para  rezar a ladainha  e logo em seguida dançavam ao som de violas e sanfonas. Era muito bom.
As mulheres preparavam deliciosos pratos como: broas de milho, pamonhas, curau, e canjica. Nas fogueiras feita no quintal assava-se batatas doce e milho. Tudo era muito delicioso.
As crianças adoravam aquela festa e se fosse em noite de lua cheia, mais bonita ainda ficava com a luz do luar.A festa corria animada até o amanhecer.
Não eram todos parentes, mas as crianças chamavam os mais velhos de tios e tias, até que, no decorrer dos anos ficava impossível distinguir quem eram os parentes de sangue e quem não era. Havia também os compadres e comadres, pois todos tinham muitos filhos.
Bernardo adorava a dança do cateretê ou catira como era conhecida em outras regiões. Era uma dança, onde o comum é que só os  homens participassem. Mas, as vezes as mulheres também entravam na dança com seus vestidos rodados e coloridos.Formavam os pares um de frente para o outro.
 O violeiro tocava e cantava e os dançarinos acompanhavam com palmas e sapateados.Quando existia mulheres no grupo, elas acompanhavam o ritmo com palmas e com o estalar dos dedos.
 Era um orgulho para seus filhos vê-lo dançar com tanta desenvoltura o cateretê.                                                                                                                         
Através deste vídeo, a lembrança do caboclo Bernardo e sua dança preferida vence o tempo e chega ao nosso seculo.

Parabéns aos artistas por não deixarem morrer coisas tão belas! Cursos Online na Área de Turismo e Hotelaria

Calor Humano


Bernardo estava sempre com suas crianças, com seus amigos proseando.
Chegava e mesmo cansado do dia de labuta, ainda tinha forças para contar histórias e carregar os menores para cama, quando adormeciam no encantamento mágico de suas aventuras.
 Hoje as babás eletrônicas cuidam de nossas crianças, mas elas não tem o calor, a voz e a magia de um olhar.
As vezes falamos tanto com alguém distante e não sobra tempo para aqueles que estão à nossa volta. 
Este vídeo foi postado no face e é um exemplo do quanto estamos perdendo, com estas caixinhas tomando o lugar do aconchego de um abraço, do olho no olho, das mãos dadas, de rolar no chão... e de contar histórias e causos como fazia Bernardo.
Vamos Refletir!

O fazendeiro avarento.


Era mais um final de tarde como tantos. O inverno chegara e o frio castigava naquela serra. E quando ao entardecer o céu azulava, de um azul tão intenso, que não se via uma nuvenzinha branca sequer, podia esperar, que aquela noite seria de muito frio, de um frio tão cortante como o azul infinito daquele céu.
A lenha já estava a queimar no fogão e servia tanto para cozinhar, como para aquecer. As crianças se recolheram mais cedo, logo cairia a noite. Pouco antes do anoitecer Bernardo chega, se aproxima das chamas e aquece as mãos que estavam dormentes de tanto frio. O ritual era o mesmo de todos os dias: sua higiene e logo após um cafezinho fresquinho. Jantaram e ficaram ali pela cozinha aquecendo-se com o fogo que ainda ardia na boca do fogão. As crianças se enrolavam em cobertores e esperavam Bernardo começar uma de suas histórias ou alguma aventura que vivera. Ele finalmente fala:
- hoje vou contar um caso bem curtinho e depois todos para a cama, antes que queime toda a lenha que está no fogão e esfrie ainda mais.
Os olhinhos brilhantes das crianças pareciam com as estrelas que brilhavam lá do alto, com um brilho tão intenso, que dava a impressão que elas também chegavam mais perto para ouvirem Bernardo.

"Era uma vez, morava por estas bandas um fazendeiro muito avarento.Apesar de possuir muitas terras e um pomar de laranjas muito grande, não permitia que seus empregados tocassem sequer em uma laranja. Aquele ano o pomar estava uma lindeza só, as laranjas doces como mel. O fazendeiro colocava seus capatazes para vigiar os empregados dizendo:
- Não deixe que chupem nem uma laranja; são todas minhas. Vigiem de dia e de noite, estes safados querem me roubar, não lhes dê chance. E terminava praguejando:
- eu já lhes pago o suficiente.
Só que o tal fazendeiro era tão avarento que nem o salário justo pagava. Dava alguns réis para eles e que se virassem, nas suas terras não iam plantar e nem colher nada.
Os meninos, filhos dos empregados viam aquelas laranjas e estavam com muita vontade de chupar pelo menos uma. Mas qual, se aproximassem o capataz lhes cobriam no reo.
De tanto eles olharem de longe o pomar e vê seus pais trabalhando de sol a sol sem ter direito algum, um dos meninos teve uma grande ideia. Chamou todos os outros meninos da fazenda e contou o plano que tinha para chegar ao pomar e botar o capataz para correr. Disse:
- hoje quando anoitecer, vamos nos encontrar aqui, todos tem que usar uma capa e um capuz preto e trazer uma vela.
Quando a noite chegou de todos os lados da fazenda aparecia meninos vestidos de preto com um capuz tampando o rosto e uma vela. Se encontraram no lugar combinado, acenderam as velas e saíram em procissão um atrás do outro. O que ia na frente cantava com uma voz cavernosa assim:
- No tempo que nós era vivo, nós comia desse fruto!
Os outros em coro respondiam:
- agora não como mais, nós somos todos defuntos.
E assim, ia aquela estranha procissão se aproximando do pomar. O capataz quando viu aquilo se apavorou e sebo nas canelas, saiu correndo e deve estar correndo até hoje.
Os meninos livres dele, subiram nos pés de laranja e mataram a vontade, chupando quantas laranjas puderam.
Ainda hoje, quem passa por aquelas redondezas ouvem falar naquelas assombrações horripilantes, que deu um prejuízo enorme para o avarento fazendeiro. E alguns juram que escutam em noite escura aquele terrível canto e vêem as luzes das velas caminhando para o pomar.
O fazendeiro, não conseguiu mais nenhum capataz para vigiar seus empregados e assim resolveu ir embora, abandonando tudo que tinha."
Glossário:
reo - espécie de chicote
réis - moeda usada na época
sebo nas canelas - saiu correndo

Moda de Viola: Bernardo está vivo!


Bernardo é eterno, nunca morrerá. Enquanto existir um lugar onde a natureza ainda não foi destruída pelas mãos humanas, lá estará sua essência, misturada à terra,  à suas raízes, suas folhas, suas flores e seus frutos que a mãe natureza nos dá   generosamente de presente. Enquanto existir alguém que lute pela preservação da natureza lá estará Bernardo. E...
Enquanto existir uma moda de viola e mais ainda, enquanto uma nova geração cantar e tornar esta moda imortal, imortalizado estará Bernardo com sua paixão pela natureza, pela vida, pela liberdade e pela  viola, com seus cantos e suas danças.
 Ao ouvir uma moda de viola, uma história, um causo é Bernardo vivo juntamente com  outros tantos bernardos caboclos deste imenso Brasil.
Por isso hoje a minha postagem é moda de viola com esta nova geração de violeiros. 


        Viva Bernardo!